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Conferência de Maité Campillo, militante pela emancipação anticolonial dos povos

Maité Campillo é atriz, escritora  e diretora de teatro indoamericano. Reside nas Ilhas Canárias. Resumo: O Yankee, aí está o inimigo. (Quero recordar outro cenário de guerra arrepiante).

Lejeune Mirhan no Congresso "Literatura, Soberania Nacional e Multipolaridade"

Na quinta conferência do Congresso Permanente Internacional "Literatura, Soberania Nacional e Multipolaridade", cujo título é "Terry Eagleton e a visão marxista da critica literária", contaremos com a presença de Lejeune Mirhan, sociólogo, professor universitário aposentado, autor de 22 livros de Sociologia, Geopolítica Mundial, História e Marxismo. É ensaísta e faz análises internacionais em TV's de streaming.

Data: 06/06 (Quinta-feira)

Horário: 19h

Wagner Silva Gomes no Congresso "Literatura, Soberania Nacional e Multipolaridade"

Na quarta conferência do Congresso Permanente Internacional "Literatura, Soberania Nacional e Multipolaridade", cujo título é "Perspectivas de soberania e socialismo no afrofuturismo de raps e traps", contaremos com a presença de Wagner Silva Gomes, mestre em Letras pelo Programa de Pós-Graduação em Letras da Universidade Federal do Espírito Santo (PPGL/UFES). 

Continuação do Congresso em 2024

O Congresso Permanente Internacional "Literatura, Soberania Nacional e Multipolaridade" continuará sua programação em 2024, com previsão de próxima conferência em março.

Mais informações, serão publicadas neste site, em momento oportuno. 

Alexandre Palma Araya no Congresso "Literatura, Soberania Nacional e Multipolaridade"

Na terceira conferência do Congresso Permanente Internacional "Literatura, Soberania Nacional e Multipolaridade", cujo título é "Soberania Digital e uso da inteligência artificial na Educação Decolonial do Século XXI", contaremos com a presença do chileno Alexandre Palma Araya, engenheiro, especialista em Inteligência Artificial, com formação na Universidade Tecnológica do Chile. 

Luis Carlos Muñoz Sarmiento no Congresso "Literatura, Soberania Nacional e Multipolaridade"

A segunda Conferência do Congresso "Literatura, Soberania Nacional e Multipolaridade" traz o título "Carta a Arturo Echeverri, sobre una novela de diálogo en un país de sordos", apresentada pelo escritor, jornalista e crítico literário de cinema e jazz, Luis Carlos Muñoz Sarmiento (Colômbia).

Abertas as Inscrições para o Congresso "Literatura, Soberania Nacional e Multipolaridade"

Das inscrições (gratuitas)

Inscrições como ouvintes – com certificado fornecido pelo Núcleo Diversidade e Descolonização, vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Letras – Mestrado e Doutorado. Data das inscrições: de 10 de outubro de 2023 a 10 de dezembro de 2023. No Formulário: https://forms.gle/LkNbLNrsdyyisguX8

Carmen Parejo Rendón no Congresso "Literatura, Soberania Nacional e Multipolaridade"

Na primeira conferência do Congresso "Literatura, Soberania Nacional e Multipolaridade", contaremos com a presença de Carmen Parejo Rendón (Espanha), diretora da Revista digital La Comuna, filóloga pela Universidade de Sevilha, gestora cultural, escritora, poeta e analista internacional em Hispan TV, TeleSur e Russia Today. Autora da compilação poética "La Generación de la Sangre I" e de "Arquitecturas y Mantras", seu primeiro livro de poesia solo. Membro da Asociación Cultural Volver a Marx

Publicação de livro sobre literatura brasileira e as duas Guerras Frias

O professor Luis Eustáquio Soares (coordenador do NUDES) publicou o livro "As duas guerras frias e a resistência ao complexo de Arcádia da literatura brasileira". 

A obra teórica aborda a prosa literária em Memórias Póstumas de Brás Cubas de Machado de Assis, Parque Industrial de Patrícia Galvão (Pagu), Marco Zero de Oswald de Andrade, Quarto de Despejo de Carolina Maria de Jesus e PanAmérica de José Agripino de Paula.

Apresentação do Núcleo

Apresentação do Núcleo Diversidade e Descolonização

Coordenadores: Profa. Dra.  Julia Almeida e Prof. Dr. Luis Eustáquio Soares

Sem biodiversidade não existe a vida isoladamente. Isso vale para a natureza e para a sociedade. Sem coletividade, o indivíduo é uma quimera. Sem universalidade, o singular e o particular se perdem no niilismo da vontade do nada, não obstante as pantomimas e histrionismos das subjetividades ilusas, quando desacopladas da realidade das formações histórico-sociais  concretas.

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